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Inicio / Cuenteros Locales / Hibrida / O HOMEM E O EXERCÍCIO DO PODER

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O HOMEM E O EXERCICÍO DO PODER


Ao homem com capacidade em virtude de sua formação educacional ampla e variada.
Atribua-lhe, a esse homem, o poder de fazer e desfazer ao bel prazer, tal força, o poder, total e absoluta, antagonicamente fará germinar nesse homem a prepotência e a inveja, e ao alimentar ele tais sentimentos fará com que o melhor dos homens seja afastado do seu caminho.
O poder o levará às grandes riquezas, já a inveja é para esse homem desde o principio parte de sua natureza.
A prepotência e a inveja, esses dois defeitos suscitará, nesse homem, todas as formas de malvadezas: cometerá de fato inomináveis atrocidades umas devido à prepotência outras à inveja.
Se ele possui riquezas, razoável seria pensar esse homem despido de inveja, porém sente prazer com os que se assemelham a ele, mantendo-se atento as calunias. Invejando aos que conseguem manter-se fora da esfera da corrupção conservando o sentimento de respeito ao outro.
Sendo compreensível pensar que a centralização do exercício do poder, a um só, eleva ao homem inevitavelmente a categoria de tirano e despótico.
Então seria o poder melhor, exercido se distribuído à massa? Há para esta pergunta estudiosos que defendem a igualdade de poderes como confiável.
Contudo também existem os que se opõem à isonomia do poder. Baseando-se na tirania de determinado homem capacitado, a pesar de intolerável, seria uma prática consciente, sendo que a massa: desprovida de atributos: sócio-culturais e prepotente exerceriam o poder instintivamente.
Eis como o pensador Platão expõe as peculiaridades morais de quem exerce o poder mediante a descrição de suas paixões: “para o aristocrata – a bondade e a justiça; para o timocrático – a ambição, o desejo de honrarias; para o oligárquico - a fome de riquezas; para o democrático – o desejo imoderado de liberdade; para o tirano – a violência”.
“A forma da virtude é uma só, mas o vício tem uma variedade infinita” (Platão).

Deriva desse pensamento a proposição - A corrupção é ferramenta do poder ou o homem é apenas virtuoso, se e somente só, jamais for levado à prática de governar?

A refletir...

Texto agregado el 04-05-2006, y leído por 181 visitantes. (1 voto)


Lectores Opinan
2006-05-05 14:08:04 De acuerdo en esto... Nos queda desear el cómo y el quien gobierna, pues el poder nunca queda huérfano de pretendientes. Buena reflexión. paco-jones
 
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