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Inicio / Cuenteros Locales / hibrida / ESCOMBROS. (PROSA)

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Por terra grandes valores.
Crenças soterradas, sonhos perdidos e lembranças vagas.

De quando em quando um suspiro, uma dor!

Sobre os destroços a saudade vagueia soluçante, em busca das vidas. Sem mais esperar, deixa-se ao léu, nas arestas do tempo.
Ante as ruínas, ensimesmada, já não mais crer!

Juntando-se à saudade por sobre os escombros um violeiro faz derramar suas lágrimas, em versos, às cordas da velha viola.
Num dedilhar solitário cantando para vida, diante da morte.

Vencido, recolhe-se às memórias.
Deixando naquele campo desolado a musa de toda a sua inspiração. Remanescente à destruição segue, o trovador, tocando a própria vida, na tentativa de recompor os restos em que, também, se partiu o seu coração.

E à sombra de uma tapera, em noites de luz, do luar, debulha o velho poeta a sua lírica tristeza, numa trova dorida, decantada nos versos de belíssima canção àquela que continua a ser a fonte de toda a sua emoção.

Nos entulhos daquela dor
A florescência de versos adornando o amor - Transcendente e imortal.

Texto agregado el 04-09-2008, y leído por 123 visitantes. (1 voto)


Lectores Opinan
2008-09-05 19:54:37 pois aí está o que podemos fazer nascer, brotar da dor...tuas letras sao a mais bela testemunha... nocheluz
 
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